PF fiscaliza locais de votação no Pará. Reprodução / PF-PA Uma mulher foi presa em flagrante no Pará ao tentar se passar por outra pessoa na hora de votar. Ela é investigada por falsidade ideológica e foi encaminhada ao sistema prisional.

APURAÇÃO: acompanhe em tempo real no g1 O caso é uma das quatro ocorrências registradas pela Polícia Federal (PF) neste domingo (4) de votação. As ações ocorreram nos municípios de Belém, Ananindeua e Marituba, envolvendo suspeitas de boca de urna, falsidade ideológica eleitoral e violação do sigilo do voto. De acordo com o balanço divulgado pela PF, todas as ocorrências seguem sob apuração e os envolvidos podem responder criminalmente conforme a legislação eleitoral vigente.

Prisão por credencial falsa No caso de Ananindeua, a Polícia Federal registrou a prisão em flagrante da suspeito que tinha sido conduzida à sede da PF, após se apresentar na seção eleitoral como fiscal de partido político. Durante a abordagem, os agentes constataram que ela utilizava uma credencial em nome de outra pessoa. O documento falso foi apreendido e a mulher responderá por falsidade ideológica eleitoral.

Celular na cabine de votação em Marituba Em Marituba, a fiscalização flagrou uma tentativa de violação do sigilo do voto. A presidente de uma mesa receptora denunciou que um eleitor estava utilizando o aparelho celular diretamente em frente à urna eletrônica, conduta que é proibida pela Justiça Eleitoral. A Polícia Militar foi acionada e conduziu o eleitor até a superintendência da Polícia Federal.

Contra ele, foi assinado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Casos de boca de urna A prática ilegal de boca de urna também mobilizou as forças de segurança em duas situações distintas na tarde deste domingo: Em Belém: Por volta das 13h15, a Polícia Militar encaminhou um suspeito à PF após denúncias de panfletagem e aliciamento de eleitores. O caso resultou na assinatura de um TCO.

Em Ananindeua: Outro suspeito foi flagrado dentro de um colégio eleitoral portando um bloco de santinhos e materiais de divulgação de um candidato. Como não havia elementos suficientes para a prisão imediata, a PF realizou um "registro de fato". A investigação continua para apurar a responsabilidade criminal do envolvido.

A Polícia Federal informou que segue acompanhando o andamento dos casos e que novas medidas judiciais serão adotadas de acordo com o avanço das investigações de cada ocorrência. VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará Leia tudo na página especial Eleições 2026 no Pará