A vítima viu a oferta do ingresso em um grupo de Whatsapp Freepik/Redes sociais Uma fã de Maracaju, em Mato Grosso do Sul, perdeu R$ 2.825 em um golpe envolvendo a venda de um suposto ingresso para um show do grupo BTS. Segundo o boletim de ocorrência, a vítima encontrou a oferta em um grupo de WhatsApp e fez o pagamento por PIX após negociar com uma pessoa que dizia vender o ingresso. A vítima registrou a ocorrência na quarta-feira (30), na Delegacia de Polícia de Maracaju.
De acordo com o relato, ela recebeu a oferta em um grupo de WhatsApp e passou a conversar com a pessoa que se apresentou como responsável pela venda. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Durante a negociação, a vítima também teve contato com dois perfis no Instagram. Segundo ela, as contas seriam usadas pelas mesmas pessoas que participaram da negociação.
A ligação entre os perfis e os envolvidos ainda deve ser apurada pela investigação. BTS fora do Grammy 2027: entenda o motivo do grupo não querer participar da premiação O boletim registra que a vítima passou a desconfiar que o ingresso poderia não existir ou não ser entregue. Por isso, procurou a polícia para registrar o caso e permitir a investigação.
A vítima informou que tem mensagens, comprovante do pix, informações sobre o grupo em que encontrou a oferta, dados dos perfis do Instagram, capturas de tela e outros registros da negociação. Esses materiais poderão ser apresentados às autoridades para ajudar na identificação dos responsáveis e no rastreamento do dinheiro transferido. O que fazer se levar golpe pelo PIX?
A polícia orienta pessoas que tenham perdido dinheiro em golpes por PIX a procurar o banco o mais rápido possível e solicitar o Mecanismo Especial de Devolução (MED). O procedimento permite que a instituição financeira analise casos de fraude e, conforme as regras do mecanismo e a disponibilidade dos valores, tente recuperar o dinheiro transferido. A investigação do caso registrado em Maracaju deverá apurar quem estava por trás da oferta do suposto ingresso e o destino dos R$ 2.825 pagos pela vítima.
*Estagiário sob supervisão de José Câmara. Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:
