Morador é investigado por importunação sexual após ser flagrado observando janela de vizinha Redes Sociais O homem investigado por importunação sexual após ser flagrado se masturbando enquanto observava a janela de uma vizinha foi multado em um valor equivalente a dez vezes a taxa condominial. Os moradores também aprovaram, por unanimidade, medidas para buscar na Justiça a exclusão dele do convívio no residencial onde mora, em Feira de Santana, segunda maior cidade da Bahia.

As decisões foram tomadas em uma assembleia realizada na terça-feira (26), segundo informou nesta sexta-feira (28), a administração do condomínio, no bairro Aviário, onde o caso aconteceu. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Feira de Santana e região A penalidade foi aplicada por comportamento antissocial, conforme previsão do Código Civil. Já o pedido para excluir o homem do convívio condominial ainda precisará ser analisado pela Justiça.

Segundo o condomínio, a assessoria jurídica foi autorizada pelos moradores a adotar as medidas judiciais. O empreendimento ressaltou que caberá ao Poder Judiciário decidir sobre a exclusão e da defesa do suspeito. O homem é investigado por importunação sexual após ser flagrado por câmeras de segurança observando a janela de uma vizinha.

O caso aconteceu na noite do dia 7 de agosto. Morador é investigado por importunação sexual após olhar janela de vizinha na BA Segundo a Polícia Civil, o homem foi até a janela da vítima oito vezes na mesma noite. Às 22h20, conforme a investigação, ele foi flagrado praticando ato libidinoso enquanto observava o interior da residência.

A vítima e testemunhas foram ouvidas, incluindo a vizinha que presenciou a situação. As imagens das câmeras de segurança também foram analisadas. A mulher, que não quis se identificar, contou que estava dentro de casa e não percebeu a presença do homem.

Ela só descobriu o que havia acontecido depois que uma vizinha ligou para alertá-la. “Eu achava que estava protegida. Quando eu vi as imagens, foi pior.

É um pesadelo que eu passo desde o dia, está sendo muito difícil”, contou a mulher em entrevista à TV Subaé. A Polícia Civil informou que concluiu o inquérito e reuniu elementos que confirmaram a materialidade e a autoria do crime. O homem foi intimado, compareceu à delegacia e foi interrogado.

Segundo a polícia, não houve prisão porque, naquele momento, não estavam presentes os requisitos legais para uma prisão cautelar. O inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário e, posteriormente, ao Ministério Público, que vai avaliar o possível oferecimento de denúncia. A vítima também conseguiu uma medida protetiva.

Segundo o condomínio, desde que tomou conhecimento do caso, prestou assistência à moradora, acompanhou-a à autoridade policial e adotou medidas para contribuir com o cumprimento da decisão judicial.

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