Em vídeo, Nikolas diz que chance de anular eleição é praticamente nula. Reprodução O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) afirmou, em vídeo publicado em seu perfil no Instagram, que a possibilidade de anulação das eleições presidenciais é "praticamente nula" e pediu que apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL) não saiam às ruas para protestar contra o resultado das urnas após a reeleição de Lula (PT).
"Conhecendo o nosso país, a chance de anular essa eleição é praticamente nula, e a prudência agora com as vidas que estão em jogo deve falar mais alto que qualquer ímpeto do nosso coração. Já vimos muitas pessoas pagarem um alto preço de irem para a rua no calor da emoção. Não façam isso", afirmou Nikolas.
A declaração contraria o posicionamento do senador Flávio Bolsonaro. Após a divulgação do resultado, o candidato derrotado afirmou que não reconheceria a derrota e que pediria à Justiça a anulação das eleições. No início da gravação, Nikolas chega a levantar suspeitas sobre o processo eleitoral, ao afirmar que a quantidade de perguntas sem respostas gera "insegurança e indignação".
Ele ainda diz que sua reação foi de "raiva, indignação, revolta, vontade de devolver tudo na mesma moeda". Em seguida, ele diz que recorreu a Deus. "Nós acreditamos naquele que tem todo o poder, e somente ele pode fazer juízo a nações.
E é exatamente isso que eu prevejo que irá acontecer nos próximos anos com o nosso país. Que Deus salve essa nação. TSE e PGR reafirmam segurança do processo eleitoral O candidato à presidência do Brasil, Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), discursa após perder o segundo turno das eleições presidenciais, em Brasília, Brasil, em 25 de outubro de 2026.
REUTERS/Adriano Machado Logo após a confirmação da vitória de Lula, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, afirmou ter "absoluta segurança de todo o processo eleitoral". Ele foi indicado ao Supremo Tribunal Federal pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A Procuradoria-Geral da República (PGR) também reconheceu o processo eleitoral.
Na noite de domingo, o procurador-geral da República, Paulo Gonet Branco, afirmou que o Ministério Público cumpriu sua missão de fiscalizar a votação, combater irregularidades e garantir o respeito à vontade dos eleitores. "A democracia se fortalece quando as regras são cumpridas e cada pessoa pode exercer seu direito de escolha de forma livre.
O respeito à vontade manifestada nas urnas fortalece as instituições democráticas e garante legitimidade à representação política", afirmou Gonet, que também atua como procurador-geral eleitoral.
