Eduarda Campopiano (PL) e Erika Hilton (PSOL) Montagem/Yasmin Braga/TV Tribuna/Renato Araújo/Câmara dos Deputados Eleita deputada estadual mais votada de São Paulo nas eleições de 2026, Eduarda Campopiano (PL) chamou a deputada federal Erika Hilton (PSOL) de "homem biológico" em ataque transfóbico em publicação no X nesta segunda-feira (5). Erika conquistou 1.596.472 de votos válidos por São Paulo e se tornou a mulher mais votada da história em uma eleição para a Câmara dos Deputados no Brasil. "Oi, Erika Hilton.

Como é saber que um homem biológico nunca vai ocupar o espaço da mulher mais votada de São Paulo? Rs", escreveu Eduarda na publicação, horas após o anúncio dos resultados das urnas. As duas representam campos políticos opostos e também têm forte presença nas redes sociais.

Campopiano ganhou projeção com pautas conservadoras e alinhadas ao bolsonarismo e soma 2,4 milhões de seguidores no Instagram. Erika Hilton recebe ameaça de morte e adia ida às urnas por segurança Erika Hilton se torna a mulher mais votada da história para a Câmara Vereadora de Praia Grande, a influenciadora obteve 1.956.238 votos. Ela também se posiciona contra pautas progressistas, o feminismo contemporâneo e o que classifica como "cultura woke".

Enquanto Erika Hilton é uma das principais representantes do campo progressista no Congresso e uma das principais vozes na defesa dos direitos da população LGBTQIAPN+. Ela reúne 5,2 milhões de seguidores. Ao longo da carreira política, Hilton já sofreu diversos ataques transfóbicos de adversários, entre eles o vereador Lucas Pavanato (PL), aliado de Campopiano, que foi eleito deputado federal mais votado da história de São Paulo, com 3.038.438 votos.

Em agosto, a Justiça Eleitoral chegou a determinar a retirada do ar de um vídeo de Pavanato em que a deputada federal é apresentada como "a deputada travesti do Lula". Procurada, a equipe de Erika Hilton não se manifestou até a última atualização desta reportagem. O g1 também tenta contato com Eduarda Campopiano.

A deputada federal Érika Hilton (PSOL) e o vereador Lucas Pavanato (PL). Montagem/g1/Reprodução/Agência Câmara e Rede Câmara