Dia da Árvore: Fundação Rede Amazônica registra mais de 600 árvores plantadas e 1,5 mil m² de áreas recuperadas Foto: Divulgação Comemorado nesta segunda-feira (21), o Dia da Árvore reforça a importância da preservação das áreas verdes e da recuperação de espaços degradados. No Brasil, a data também está ligada a uma história de educação ambiental que começou há mais de um século. A primeira Festa das Árvores realizada no país aconteceu em 7 de junho de 1902, no município de Araras, em São Paulo.
O evento reuniu cientistas, autoridades, músicos e cerca de 600 crianças, que participaram do plantio de 242 mudas de diferentes espécies. A iniciativa foi idealizada pelo naturalista sueco Alberto Löfgren e tinha, entre seus objetivos, despertar nas crianças o respeito pelas árvores. Em 1965, o Dia da Árvore foi instituído oficialmente por decreto presidencial.
📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Por causa das diferenças climáticas entre as regiões brasileiras, a comemoração passou a considerar períodos distintos no país. No Norte e Nordeste, a Festa das Árvores foi associada ao início do período de chuvas, enquanto o dia 21 de setembro permaneceu como referência para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Agora no g1 Na Amazônia, a preservação da vegetação e a recuperação de áreas fazem parte das discussões sobre conservação ambiental.
Nos últimos dois anos, ações da Fundação Rede Amazônica (FRAM) registraram 661 árvores e mudas plantadas. Em 2024, foram 361 árvores plantadas, número que superou a meta de 354. Em 2025, foram registrados outros 300 plantios de mudas.
No mesmo período, os indicadores ambientais de 2025 apontaram ainda 1.500 m² de área reflorestada e 32,10 toneladas de CO₂ compensadas. Os números estão relacionados a ações que incluem plantio de espécies nativas, recuperação de áreas, compensação de emissões e atividades de educação ambiental. Plantio e recuperação de áreas Em 2024, o Carnaval Amazônico contou com o plantio de 100 árvores nativas como parte das ações socioambientais do evento.
A iniciativa também esteve associada à compensação das emissões de carbono geradas pela programação. No mesmo ano, o projeto Echos da Amazônia trabalhou temas como economia da floresta em pé e Sistemas Agroflorestais (SAFs). A iniciativa contou com parceria com o Programa Carbono Neutro, do Idesam, em ações de compensação de emissões e recuperação de áreas na Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã, com participação de comunidades locais.
Já em 2025, o Consciência Limpa – Recicla Amazônia registrou 100 mudas plantadas em ações realizadas em Manaus, incluindo atividades em Puraquequara e nas comunidades Mainã e Santa Luzia. O projeto também promoveu coleta de resíduos e atividades de educação ambiental. Para a diretora-executiva da Fundação Rede Amazônica, Mariane Cavalcante, as ações ambientais fazem parte de um trabalho que envolve diferentes frentes.
“A sustentabilidade precisa estar presente nas ações que desenvolvemos e também nos resultados que buscamos gerar. O plantio de árvores, a recuperação de áreas e a compensação de emissões fazem parte de um trabalho contínuo, que conecta responsabilidade ambiental, participação social e desenvolvimento sustentável na Amazônia.” Depois do plantio O trabalho de recuperação ambiental vai além do plantio de mudas.
As ações podem envolver preparação das áreas, escolha de espécies, acompanhamento do desenvolvimento das plantas e participação das comunidades. Em 2025, além das 300 mudas plantadas e dos 1.500 m² de área reflorestada, os indicadores da instituição registraram 23 ações em parceria com organizações ligadas à temática ambiental.
No Recicla Amazônia, por exemplo, as atividades realizadas em Manaus combinaram plantio, coleta de resíduos e educação ambiental, aproximando moradores de ações relacionadas ao cuidado com o meio ambiente. Ao longo dos últimos dois anos, os resultados reúnem diferentes iniciativas relacionadas à sustentabilidade, com ações de plantio, recuperação ambiental, compensação de emissões e educação ambiental.
A Fundação Rede Amazônica é o braço institucional do Grupo Rede Amazônica e atua há mais de 40 anos nos estados de Rondônia, Roraima, Acre, Amapá e Amazonas, desenvolvendo iniciativas voltadas ao fortalecimento social, educacional, cultural e ambiental da região. A instituição organiza sua atuação em três pilares: Arte, Cultura e Educação; Inovação e Empreendedorismo; e Desenvolvimento Social e Sustentabilidade.
