Cury critica excesso de privilégios a políticos no poder e diz ser alternativa O candidato à presidência da República Augusto Cury (Avante) criticou neste sábado (3) o excesso de privilégios dos políticos que estão no poder enquanto professores convivem com a falta de estrutura em sala de aula. "O Lula da Silva tem 74 funcionários do Palácio da Alvorada na sua casa. O Flávio Bolsonaro tem mais de 40 assessores e quem paga a conta, quem paga a conta é o contribuinte.

E um professor não tem um auxiliar dentro da sala de aula e ele tem o ouro da humanidade lá em sala de aula. Isso está errado, isso é uma vergonha", afirmou. O escritor de 68 anos realizou seu último dia de campanha do primeiro turno das eleições 2026 em Colina (SP), cidade de 18,9 mil habitantes da região de Ribeirão Preto (SP) onde nasceu.

✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Augusto Cury durante caminhada em Colina (SP) Reprodução/EPTV Durante a caminhada pelas ruas da cidade, ele abraçou apoiadores e visitou uma padaria, onde comeu pão com mortadela e lembrou da origem humilde. Ele disse ser uma alternativa aos candidatos que lideram as pesquisas de intenção de voto.

"Quero devolver o sonho para o brasileiro, porque é uma vergonha lá em Brasília, a elite política esqueceu da sociedade brasileira, as pessoas reais que precisam ser abraçadas. (...) O Brasil tem cura. Nem picanha, nem fuzil, é Cury para o Brasil." LEIA TAMBÉM Pesquisas vão mostrar as intenções de voto para o Palácio do Planalto na reta final da campanha.

Eleições 2026 levam 1,8 milhão de pessoas às urnas na região de Ribeirão Preto; veja guia para o dia de votação Cury durante caminhada em Colina (SP) Reprodução/EPTV 'O Brasil merece paz' Durante entrevista coletiva, Augusto Cury voltou a criticar o cenário de polarização política no país e disse que sonha em ser presidente do Brasil para mudar a vida das pessoas. "Voltei às minhas origens, onde meus sonhos, eles impactaram dezenas de milhões de pessoas em mais de 90 países.

E agora eu sonho com a presidência da República. Não porque eu amo o poder, vou doar o meu salário, mas porque o Brasil merece paz. Só a paz é capaz de vencer o ódio da polarização", afirmou.

Segundo ele, se eleito, vai chamar os melhores especialistas para governar a nação, que vive, nas palavras dele, um momento de colapso. "Estou fazendo para que as crianças e adolescentes, bem como o comerciante, o agricultor, as famílias, essas mulheres possam ter um futuro nesse país, porque o Brasil está colapsando. Estamos derretendo econômica, eticamente, estamos derretendo socialmente.

Nós precisamos voltar a sonhar." Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região